«No mundo, há gente notável!»

11/04/10

O REGRESSO...EMOCIONADO DOS MADEIRENSES

Desde o passado dia 22 de Março, que a dupla João Aveiro e Rui Pinto, assumiram esta expedição como o grande desafio. Poder-se-á dizer, uma equipa preparada para tudo, depois da grande experiência, que partilharam com a Humanitarius, desde o Funchal até á Guiné-Bissau, assim como tudo o que aconteceu. Tranquilos, seguros, bem dispostos e companheiros nos bons e maus momentos, os dois jovens Madeirenses, estiveram á altura de uma verdadeira expedição, com todas as vivências e acontecimentos que marcam sempre este tipo de aventura.
Eram 17h30m, o navio da empresa "Armas", saiu de Portimão, rumo á Madeira, para um regresso a casa bem merecido, destes dois bons companheiros, que souberam estar á altura da sua grande viagem transaficana.
Rui Pinto e João Aveiro, despediram-se da equipa algarvia, depois de muitos dias, horas, intensos de companheirismo, onde se entrelaçam a amizade e o respeito entre todos os expedicionários. A emoção da despedida, tomou conta de ambas as partes.
Boa viagem, e bom regresso a casa na companhia dos seus familiares, são os votos da equipa Humanitarius.

EXPEDICIONÁRIOS CHEGARAM A PORTUGAL, APÓS VIAGEM REPLETA DE HISTÓRIAS.

Forte tempestade marítima, marca a última etapa da expedição Algarve-Guiné, repleta de histórias, que ninguem irá esquecer. Equipa chegou bem, embora com o sentimento de "missão" incompleta.
Furos, avarias, golpe de estado, corrupção, sustos vários e uma grande tempestade no mar, foram alguns dos ingredientes que ninguem irá esquecer com facilidade. Tudo isto, desde que a equipa assumiu a grande "odisseia" transafricana, enfrentou com base na III Expedição Algarve-Guiné 2010.
Sobre tudo isto, publicaremos um especial "post" no próximo dia 12 (segunda feira).
Estenuados de 850 km de percurso, ingrato e cansativo, entre Agadir e Tangér, nem imaginava o que encontraria pela frente, quando o objectivo seria apanhar o ultimo Ferry para Espanha. Uma enorme tempestade marítima, parou todas as embarcações na travessia do mediterrãnio. A alternativa seria pernoitar em Tangér e, tentar nova passagem no dia seguinte (10.Abril).
Eram 9 horas da manhã de Sábado, quando foi possivel embarcar num navio da Comarite/Comanave, de Tangér para Algeciras. Uma forte ondulação agravada pelo vento forte, transformou por completo o cenário do mar Mediterrãnico entre as duas margens, separadas por 4 longas horas de dura viagem. Os enjoos, o mau estar, proporcionados pela forte tempestade, tornaram a ultima etapa da longa viagem, uma verdadeira "odisseia".
Chegada a Portugal
Poucos minutos passavam da 01h30m, da madrugada de Domingo (11.Abril), quando toda a equipa chegava a casa. A dupla Madeirense, João Aveiro e Rui Pinto, embarcariam horas depois para o Funchal, no navio Volcan Tijarafe rumo a casa.
(CONTINUA)