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A mostrar mensagens de Novembro 15, 2010

SONHOS CADA VEZ MAIS FRÁGEIS!

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Por: João Almeida Opinião Só uma reveladora falta de conhecimento, egoismo rocheado de hipocrisia ou imatura forma de olhar o mundo, pode por vezes, questionar-nos, do «porquê»...de trabalharmos por causas como aquela a que nos propussemos dar continuidade em África, naquela África que tem na lingua de Camões, referências históricas, culturais e até morais. E quando descamba, para as comparações (com alguma inocente legitimidade), de que afinal, até temos muitas crianças pobres e muita crise interna... e então, que responder? Costumo, -e já não é de agora-, responder com outra pergunta. Afinal quem reconhece, o trabalho de centenas de Organizações, Associações e Movimentos que meritóriamente, têm feito um notável trabalho comunitário, nos bairros, escolas, colectividades e bairros mais pobres em Portugal? Então, será que ninguém está atento a esses trabalhos? A Humanitarius, está vocacionada para o apoio social nos PALOPs, e por outro lado, num espectro silencioso de pobreza envergonha…

QUANDO A ÁGUA POTÁVEL, È COMO "OURO" PARA AS ALDEIAS

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Talvez seja como encontrar "Ouro", o desejo de poder beber água potável, especialmente nas aldeias mais interiorizadas da África que conhecemos. Basta sair das grandes cidades, para debater-mo-nos com o problema de poços artesanais, onde a água está, para além de contaminada, um verdadeiro perigo a céu aberto. Especialmente nesta altura do ano, em que disparam os casos de cólera, devido ao muito calor, acompanhado de chuvas constantes, onde os lençóis friáticos manifestam fragilidades e perigos vários. Assim que o coordenador da Humanitarius, visitou uma aldeia, em Manpatá (Guiné-Bissau), em que um poço comunitário, serve centenas de familias, as crianças dessa comunidade, juntaram-se em torno dele, como se esperassem, a possibilidade "milagrosa" de conseguir água pura para beber. Para além destes perigos, onde os níveis de contaminação superam qualquer perspectiva mais alarmante, a presença das crianças faz todo o sentido, como se manifestassem o seu alerta, para…