«No mundo, há gente notável!»

23/12/09

APOIO SOCIAL DIRECTO, VAI EM MARÇO, CHEGAR A MAIS FAMILIAS

Chegar, onde é possível chegar. (com vídeo)
A primeira experiência, iniciou-se aquando da realização, da primeira expedição humanitária á Guiné-Bissau.
Ajudar directamente, uma ou duas famílias que seja, já podemos ficar optimistas, pelo menos, a cada uma dessas famílias, no interior mais isolado do território, minimizamos as dificuldades. Desde tabancas que arderam, onde se perderam todos os haveres, até ao simples apoio clínico e assistência médica, a crianças que sofrem de
diversas patologias, mulheres a quem muitas vezes lhes é vedada a assistência materno-infantil, por não disporem de condições financeiras, estes são alguns dos muitos motivos, que leva Helena Duarte (coordenadora da acção social directa), a mobilizar esforços e, conseguir donativos, para ajudar essas pessoas. O processo é lento, mas interessante.
Em Buba, em Fevereiro deste ano, a Humanitarius iniciou o apoio continuado, a uma família, que pouco ou nada tinha para a sua casa, que partilha numa tabanca do sul, com outras 5 pessoas. Colchões, peças de mobiliário, utensílios de cozinha e produtos de higiene, foi-lhe feito o chão em cimento do seu quarto, que era com piso de terra. Henrique, o menino mais velho de 4 irmãos, está a ser medicado e acompanhado, por uma das melhores Otorrinolaringologistas da Guiné-Bissau. Este menino de 12 anos, ainda anda na 2ª classe, por causa de duas Otites, no ouvido médio. Actualmente, está melhorando de dia para dia, e até já consegue melhores notas na escola. Cadi, a mãe de família, é uma mulher triste, os poucos trabalhos que consegue, assegura-lhe a compra do arroz para comer com os filhos. Ajudar cada uma destas pessoas, é fundamental, para que se consiga proporcionar um pouco de esperança e confiança no futuro. Se possível, abrir-lhes as portas ao sonho.
É para estas pessoas, além de outras onde chegamos, que se destinam, as ajudas, em donativos e materiais, que são confiados á Associação algarvia. Os Guineenses, povo amável, simpático, hospitaleiro e amigo, reconhecem toda a "esperança" que os Portugueses e compatriotas na diáspora, lhes possa fazer chegar, pelas mãos de quem conhece bem, onde estão as suas dificuldades.
(Veja a reportagem realizada pela Humanitarius.)